Depoimentos
Relatos de famílias atendidas entre junho de 2024 e junho de 2025.
Minha mãe tem 81 anos e mora sozinha. Eu moro em São Paulo e ficava preocupado com os dias em que ela ficava sem ninguém. A modalidade das três tardes resolve exatamente isso — os dias mais difíceis da semana para ela. O registro escrito me dá uma ideia do que aconteceu sem precisar telefonar toda noite.
Usamos o dia avulso três vezes nos últimos quatro meses, sempre quando meu marido e eu tínhamos compromisso fora de Salvador. A assistente seguiu a rotina do meu pai direitinho. O que mais gostei foi de poder descrever o dia por escrito antes e saber que ela tinha lido. No começo fiquei em dúvida se ia funcionar bem, mas funcionou.
Meu pai tem 88 anos e precisa de presença todos os dias. O Semanal Coordenado foi o que deu mais certo para nós. O coordenador, o Carlos, conhece a situação do meu pai bem — quando ligo, não preciso explicar do zero. A escala mensal também ajuda muito a organizar o resto da família.
No início tive um assistente que minha mãe não gostou — ela ficou quieta e não me disse nada, mas percebi que estava desconfortável. Pedi a troca, sem maiores problemas. A nova assistente funcionou muito melhor. O processo de troca foi simples e isso contou bastante para mim.
Antes de ligar, eu tinha receio de assinar um contrato longo. A modalidade mensal cancelável foi decisiva. Fechamos em agosto e até agora não houve motivo para encerrar, mas saber que posso sair com quinze dias de aviso faz com que eu me sinta menos pressionado.
Minha avó tem 92 anos e a memória já não é a mesma. A presença de uma pessoa familiar e constante fez diferença grande. Já é o mesmo assistente há sete meses. Ele conhece a rotina dela, sabe o que ela gosta e o que a incomoda. Para nós, essa continuidade vale muito.
Três situações em detalhe
Como o apoio funcionou em situações específicas que as famílias descreveram.
Família fora de Salvador, parente idosa morando sozinha
Filha em São Paulo, mãe de 78 anos em Salvador morando sozinha desde que o marido faleceu. Os dias entre as visitas do neto eram longos e sem companhia.
Três tardes semanais, quatro horas. A mesma assistente nas três visitas. A assistente passa a tarde, faz as compras quando necessário e janta com ela às vezes.
Após quatro meses, a filha ligava com menos frequência para checar — o registro escrito dava a informação que ela precisava. A mãe passou a chamar a assistente pelo nome.
Casal com viagens de trabalho frequentes e pai idoso dependente
Casal em Salvador, ambos com viagens de dois a três dias por mês. Pai de 84 anos que precisa de companhia e apoio na movimentação.
Dia avulso nos dias de viagem, programado com antecedência. Nos meses com mais de uma viagem, mais de um dia reservado.
O casal viaja com menos apreensão. O pai recebe o assistente em casa sem que isso represente uma mudança grande na rotina dele.
Pessoa idosa com necessidade de apoio diário, família sem tempo de coordenar
Senhor de 91 anos precisando de presença diária. Três filhos, cada um com rotinas diferentes, sem um responsável único para coordenar os assistentes.
Semana Coordenada. O coordenador da Cais Manso passou a ser o contato único. Os três filhos recebem o relatório mensal, mas só um deles fala com o coordenador.
Arranjo ativo há doze meses. Dois assistentes foram trocados ao longo desse período, um por pedido da família e outro por disponibilidade do próprio assistente. As trocas foram feitas sem interrupção da cobertura.
Em números
Dados de operação de junho de 2022 a junho de 2025.
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